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The Light Brigade é um jogo de realidade virtual da Funktronic Labs, estúdio americano que antes lançou Cosmic Trip e Fujii. Saiu em agosto de 2023 para os visores Meta Quest, PlayStation VR2 e para computador, pela loja Steam.
O gênero é o roguelite (jogo em que cada derrota zera a partida, mas parte do progresso fica guardada para a próxima tentativa). Cada tentativa se chama run, palavra inglesa para corrida, e começa sempre no mesmo ponto.
O cenário lembra a Segunda Guerra Mundial passada num pesadelo. Há trincheiras, casamatas, vilarejos queimados e soldados tomados por uma força sombria. Você encarna um guerreiro da luz, com a tarefa de atravessar o purgatório e libertar as almas presas ali.
Cada run se divide em mundos, e cada mundo em fases curtas montadas pelo computador na hora. O caminho muda de uma tentativa para outra, então decorar o mapa não adianta.
A arma inicial é um fuzil de ferrolho, inspirado nos fuzis militares das décadas de 1930 e 1940. Cada disparo pede o ciclo inteiro com a mão: puxar a alavanca, ejetar a cápsula vazia, empurrar de volta. Recarregar também é gesto, com as balas encaixadas uma a uma ou em pente pelo topo da arma.
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Em The Light Brigade, o intervalo entre dois tiros é feito pela sua mão, e é nele que a batalha se decide.
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Pelo caminho, você recolhe ouro e cartas de tarô. O ouro paga melhorias nas lojas entre as fases. As cartas dão poderes temporários, como dano maior, cura ou balas extras, e valem só até a run acabar.
As almas são outra moeda. Elas ficam presas nos inimigos e em altares espalhados pelo mapa, e você as recolhe com a mão. Ao cair, perde o ouro, as cartas e a arma melhorada, mas guarda as almas.
Entre uma run e outra, você volta a um santuário. Ali as almas compram a próxima classe de personagem, cada uma com arma inicial própria, e melhorias permanentes que acompanham todas as tentativas seguintes.
A primeira classe é o fuzileiro, com o fuzil de ferrolho. As seguintes trocam a arma de partida e o jeito de enfrentar a mesma trincheira: há classe de ataque rápido, de tiro a longa distância e de poderes mágicos.
Os chefes guardam a passagem entre os mundos. São criaturas grandes, com fases de ataque diferentes, e exigem pontaria nos pontos fracos sob pressão. Vencer o último liberta o purgatório; perder em qualquer ponto devolve você ao santuário, com as almas no bolso.
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