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Na loja: cerca de US$ 24,99 na Meta Horizon Store e na Steam; o preço costuma cair nas liquidações das duas lojas.
Na campanha: a história principal rende de três a quatro horas, e os desafios extras de otimização esticam a conta.
Na sessão: um andar da árvore por noite cabe em trinta a quarenta minutos, e o jogo salva ao concluir cada jardim.
No aparelho: Quest 2, Quest 3, Quest 3S e Quest Pro sem cabo, além da versão para computador com visor e da edição para PlayStation VR2.
No espaço: um metro quadrado livre basta, porque você grava em pé sobre o pedestal e se desloca por teletransporte.
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Grave o clone mais importante com calma. O primeiro gesto da cadeia define o ritmo de todos os outros. |
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Arremesse fruto com arco suave. Lançamentos fortes demais batem na parede e quebram a sequência. |
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Pause antes de gravar e planeje a cadeia inteira. Dois minutos de desenho mental poupam dez de regravação. |
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Nos desafios extras, conte os clones antes de começar. Enxugar a cadeia é o verdadeiro troféu do jogo. |
A conta por hora é gentil. Vinte e cinco dólares divididos por quatro horas de campanha dão pouco mais de seis dólares a hora, sem contar os desafios de otimização.
O aparelho segue sendo o maior número da planilha. Um Quest 3S de 128 GB tem etiqueta de US$ 299 nos Estados Unidos, a Meta não vende oficialmente no Brasil, e a importação cobra 60% de imposto federal mais o ICMS do seu estado.
Comparado a um jogo de quebra-cabeça de tela plana, o preço empata. A diferença está no corpo: aqui a solução sai das suas mãos, e a lembrança da fase vem com o gesto junto.
Vale lembrar a escala do estúdio. A Pontoco é uma equipe pequena, e o acabamento de The Last Clockwinder, com cenário artesanal, trilha original e narração em inglês, compete com produções bem mais caras da loja. O jogo não tem modo multijogador nem compras dentro do aplicativo.
O custo escondido é o relógio. A promessa de um andar só antes de dormir vira dois, porque a linha de produção quase pronta fica rodando na cabeça depois de tirar o visor.
Quem já tem o visor na gaveta sai com a conta mais leve. O gasto se resume ao jogo, e The Last Clockwinder vira um presente certeiro para quem gosta de montar máquinas e ver planos funcionando.
Gravar a si mesmo e enxugar a cadeia repete, em escala de brinquedo, a busca de Frank Gilbreth: tirar do trabalho todo gesto que sobra.
Pagar cerca de US$ 24,99 e passar quatro noites regendo uma equipe de clones dentro de uma árvore, aceitando regravar a coreografia a cada erro, ou ficar num quebra-cabeça de tela plana, mais barato de começar e sem corpo em cena? As duas contas estão acima.
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