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Os óculos Ray-Ban Meta são óculos escuros e de grau com câmera, microfones e alto-falantes embutidos, feitos pela Meta, dona do Facebook e do Instagram, junto com a EssilorLuxottica, grupo ítalo-francês dono da marca Ray-Ban. O modelo atual chegou às lojas americanas em outubro de 2023.
A primeira tentativa saiu em 2021 com o nome Ray-Ban Stories. Gravava vídeo curto e tocava música, mas vendeu pouco e ganhou fama de brinquedo caro. A geração de 2023 melhorou a câmera, o som e a bateria, e trouxe o Meta AI (o assistente de inteligência artificial da empresa).
A câmera de 12 megapixels fica no canto da armação. Um toque na haste tira foto; segurar o botão grava vídeo. Um pequeno LED (luz indicadora) branco acende na frente sempre que a câmera liga, para avisar quem está diante de você.
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Os óculos Ray-Ban Meta gravam o que você vê sem tirar o celular do bolso, e a mão fica livre para segurar o mundo.
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O som sai por alto-falantes abertos nas hastes, apontados para o ouvido. Dá para ouvir música, atender ligação e escutar mensagens enquanto a rua continua audível em volta.
Os cinco microfones captam a sua voz e o ambiente. Dizendo “Hey Meta”, você chama o assistente e pede para tirar foto, mandar mensagem ou descrever o que está na sua frente.
A descrição usa a própria câmera: o assistente olha pela lente e responde sobre o que enxerga, seja o nome de um monumento, a tradução de um cardápio ou a cor de uma roupa. A Meta lançou a função primeiro em inglês nos Estados Unidos e foi abrindo para outros países e idiomas aos poucos.
Em setembro de 2025, a Meta apresentou o Meta Ray-Ban Display, versão com uma pequena tela dentro da lente direita e uma pulseira, a Neural Band (faixa neural), que lê os sinais elétricos dos músculos do pulso para comandar os óculos com gestos dos dedos. Saiu nos Estados Unidos por US$ 799.
E o visor de jogos? A linha Meta Quest é outra família: o Meta Quest 3, de 2023, e o Meta Quest 3S, de 2024, cobrem os olhos por inteiro, rodam jogos sem computador e misturam a sala real com objetos virtuais pelas câmeras da frente.
O resumo da busca fica assim: Ray-Ban Meta é para vestir na rua e registrar o dia; Quest é para jogar em casa, de pé na sala. Os dois saem da mesma divisão da Meta, a Reality Labs (laboratórios de realidade), que reúne os aparelhos de vestir da empresa.
A EssilorLuxottica informou em fevereiro de 2025 ter vendido 2 milhões de pares desde o lançamento de 2023. A curva do Augurium mostra o Brasil entrando nessa fila agora, com a procura no ponto mais alto já medido pelo Google.
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