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O corpo acredita na altura antes da cabeça.
Assassin's Creed Nexus VR é o título que a Ubisoft entregou ao estúdio Red Storm Entertainment e lançou em novembro de 2023 exclusivamente para os visores Quest, com campanha própria e três personagens jogáveis em três épocas diferentes.
Ezio Auditore abre a parte italiana, na Renascença, com telhado de terracota, praça de mercado e guarda de armadura pesada.
Kassandra leva você pra Grécia antiga, com penhasco de pedra clara, coluna de templo e uma paisagem aberta que muda completamente o ritmo da escalada.
Connor fecha a rodada na Revolução Americana, com neve, madeira, corda e uma verticalidade menor que troca acrobacia por emboscada.
Cada personagem tem a própria mecânica de combate. Ezio trabalha com espada e defesa, Kassandra usa lança e arco, e Connor mistura machadinha com tomahawk arremessado.
O combate corpo a corpo é o ponto que mais divide opinião. Ele funciona por bloqueio e contragolpe, exige que você levante o braço de verdade pra aparar, e cansa o ombro de quem enfrenta três guardas seguidos.
O furtivo é onde o jogo brilha. Você se abaixa fisicamente atrás de um muro, espia por cima com a cabeça, espera a patrulha virar as costas e desce a lâmina sem que ninguém apite.
A Visão de Águia virou gesto de mão. Você aperta um botão, o mundo esvazia de cor, e as silhuetas dos guardas aparecem através da parede por alguns segundos.
O parkour foi resolvido de dois jeitos, e você escolhe qual quer. Existe o modo em que a mão faz tudo, agarrando cada saliência, e existe o modo assistido, em que o personagem sobe sozinho depois que você olha pro alvo.
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O feno lá embaixo é do tamanho de uma caixa de fósforo.
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A campanha tem missão de infiltração, perseguição em telhado, combate aberto e trecho de plataforma pura, e ela alterna as três épocas em vez de fechar uma antes de abrir a outra.
Existe modo livre depois da história. Você volta a qualquer região já visitada pra caçar coletável, refazer alvo e testar rota de escalada sem missão nenhuma no caminho.
A dublagem chegou em português do Brasil, com legenda no mesmo idioma, o que resolve o problema de ler texto pequeno enquanto pendura de uma parede.
O gráfico é o de um aparelho autônomo, não o de um console. A textura é simples de perto e a distância de desenho é curta, e o desenho de arte compensa com silhueta forte e paleta bem escolhida.
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