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A série entrou na máscara e o controle de console saiu da mão.
Batman: Arkham Shadow chegou à loja da Meta em 22 de outubro de 2024, por US$ 49,99, assinado pela Camouflaj, estúdio que a Meta comprou em 2022 e que publica sob o selo Oculus Studios. É o primeiro título grande da série feito pra ser jogado de dentro da máscara, sem controle de console na mão.
A história se encaixa entre duas partes já conhecidas. Ela acontece depois de Arkham Origins e antes de Arkham Asylum, com um Bruce Wayne jovem, poucos anos de capa e uma Gotham que ainda não aprendeu a temer o morcego.
O calendário abre em 4 de julho. A cidade está tomada pela seita do Rato Rei, um líder que promete o fim de Gotham e junta gente demais pra ser tratado como caso isolado.
A maior parte do jogo acontece dentro da penitenciária de Blackgate. O prédio funciona como um mapa que se reabre: porta trancada na primeira passagem vira atalho depois que o cinto ganha o equipamento certo.
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A série inteira foi construída em volta de um botão de contra-ataque. Aqui ele é o seu antebraço subindo na frente do rosto.
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A luta é a mudança mais radical. O ritmo de combo continua, com o inimigo avisando antes do golpe, mas o soco sai do braço de verdade e o bloqueio depende de onde a sua mão está na hora.
Os equipamentos saem da cena, não do menu. O batarangue vai embora com o movimento do pulso, o gancho puxa a borda do telhado, e a troca acontece com a mão indo ao cinto em vez de abrir uma roda de itens.
A furtividade herdou a gárgula. Você sobe, olha o grupo lá embaixo, escolhe quem cai primeiro e desce em cima do alvo, com o resto da sala sem entender de onde veio a queda.
O modo detetive continua no lugar. A visão de investigação marca pegada, digital e trajetória, e algumas cenas só avançam depois de você reconstruir o que aconteceu no cômodo.
A dublagem é completa, com elenco gravado e cenas encenadas em vez de tela de texto. Roger Craig Smith volta ao papel do Batman, a mesma voz de Arkham Origins.
O reconhecimento veio rápido. O jogo levou o prêmio de melhor jogo de realidade virtual no The Game Awards de 2024, poucas semanas depois da estreia.
A nota da loja acompanha. A página da Meta marca 4,6 de 5, com mais de 8 mil avaliações registradas, número alto pra um catálogo em que título grande costuma dividir opinião.
A compatibilidade é onde a festa acaba pra parte da linha. Ele roda no Quest 3 e no Quest 3S, e só. Quest 2 e Quest Pro ficam de fora, porque o jogo pede o Snapdragon XR2 Gen 2, o processador que estreou na terceira geração.
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